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A Profissão

O Engenheiro Civil constrói obras, reforma, trabalha em função da prevenção e proteção da saúde pública;ele é muito importante para a sociedade, pois projeta e aplica sistemas que visam o bem estar social. O Engenheiro Civil moderno deve se preocupar com o funcional, o social e o estratégico, podendo encontrar soluções aceitáveis política-econômica e socialmente justas. Sua importância se concretiza ainda mais no dever de preocupar e concretizar o ecológicamente correto.

Objetivos

Os objetivos do curso estão definidos e explicitam os compromissos institucionais em relação ao ensino, à pesquisa e ao perfil do egresso. O presente projeto, proposto pela Faculdade Sudoeste Paulista, tem por objetivo delinear os aspectos pedagógicos que norteiam a estruturação do curso de Engenharia Civil, a fim de atender educandos que queiram habilitar-se nesse campo do saber.

O Objetivo geral do curso é formar um Engenheiro Civil com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva e uma sólida formação técnico-científica e profissional, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, e com atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas.

Objetivos Específicos

Podemos elencar como objetivos específicos do Curso de Engenharia Civil:

– Desenvolver práticas inovadoras no ensino de Engenharia Civil;

– Motivar o afloramento de novas ideias e de espírito crítico de forma que o estudante possa tomar consciência do processo no qual ele está inserido, possibilitando manifestar sua capacidade de liderança e de tomada de decisões;

– Desenvolver atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão, gerando condições que permitam ao aluno a excelência na sua formação;

– Desenvolver a capacidade de trabalho do futuro profissional, tanto do ponto de vista prático quanto teórico, melhorando sua comunicação oral e escrita;

– Favorecer o desenvolvimento de habilidades particulares, de acordo com as aptidões, o interesse e o ritmo próprio do estudante;

– Responder às expectativas de mercado de maneira eficiente;

– Motivar o desenvolvimento da criatividade e do caráter exploratório do graduando;

– Intensificar a formação humanística do futuro profissional;

– Ampliar e consolidar a atuação na comunidade externa, nas diferentes áreas do conhecimento, contribuindo para efetivar a cidadania;

– Incentivar o pleno conhecimento dos anseios e necessidades locais, mostrando as deficiências e estimulando a proposição de soluções concretas para os problemas sociais, tornando o futuro profissional um agente transformador;

– Colaborar com os poderes públicos no diagnóstico das suas reais condições, socializando tecnologias de diferentes áreas do saber;

– Definir e adotar política ambiental interna, com vistas a estimular iniciativas e participações em projetos e ações para recuperação e preservação dos ecossistemas locais e regionais.

Número de engenheiros necessário no país

Não existem dados consistentes sobre o número de engenheiros necessários no atual estágio de desenvolvimento do país, entre outros motivos, porque muitos desses profissionais não são contratados como engenheiros, o que dificulta os levantamentos estatísticos. Contudo, em agosto de 2010, durante seminário realizado na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi divulgado que, para atender à demanda atual, seria preciso formar 60 mil engenheiros por ano. Isso corresponderia a formar um engenheiro para cada 3.200 habitantes, o que colocaria o Brasil no mesmo patamar de países mais desenvolvidos. Durante o Congresso Mundial de Engenheiros realizado em Brasília em 2008, foi divulgado que os Estados Unidos necessitaria de 100 mil novos engenheiros por ano, segundo a Carta IEDI (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Institucional) n. 424 – A Formação de Engenheiros no Brasil: Desafio ao Crescimento e à Inovação.  As principais conclusões acerca da situação da engenharia no Brasil são as seguintes:

1) Há uma forte e crescente demanda por profissionais de Engenharia no Brasil, que é detectado não pelos estudos econômicos mais gerais, em função das metodologias adotadas, mas pelo dia-a-dia das empresas e de suas dificuldades concretas no mercado de trabalho;

2) A formação em Engenharia tem um impacto amplo sobre muito setores e atividades e não se restringe apenas às atividades típicas de Engenharia de cada setor/atividade;

3) Esse problema está relacionado à deficiência quantitativa da formação de engenheiros, em especial na graduação, mas muito possivelmente (o que não é investigado aqui) também se relaciona com a qualidade dos egressos em Engenharia;

4) A situação brasileira em termos de engenheiros por habitantes é especialmente precária e insustentável comparativamente a qualquer outro país desenvolvido ou no mesmo estágio de desenvolvimento do Brasil;

Período noturno das 19h às 22h40
5 anos de duração/10 semestres
Coordenador: Prof. Ms. Lucas Serrano Girotto
engenhariacivil.avare@fsp.edu.br

 

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