Centro Universitário Sudoeste Paulista

Duração

6 anos

Formação

Bacharelado

Turno

Integral

Metodologia

Sistema PBL

Campus

Avaré/ SP

O Centro Universitário Sudoeste Paulista vem se destacando pela qualidade de ensino, pois apresenta um contínuo processo de evolução, por meio da crescente inserção de cursos, programas e serviços, a que tem se dedicado e causado importantes reflexos na comunidade acadêmica e na sociedade como um todo.

Desta forma, o curso de Medicina do Centro Universitário Sudoeste Paulista se compromete a ofertar um curso com qualidade acadêmica e relevância social, pautado pelas necessidades de saúde das pessoas e pela integralidade da atenção por meio de uma prática interprofissional, humanista e técnica, pilares estes considerados essenciais para a construção da cidadania.

O curso tem como missão estruturar modelos inovadores de formação médica que favoreçam a flexibilidade e diversidade, enfatizem premissas como a integração da teoria com a prática, pesquisa e ensino, e entre os conteúdos psicológicos, biológicos, sociais e ambientais do processo saúde e doença, além da inclusão precoce e responsável de estudantes nos serviços de saúde, por meio de ações formativas, como meio para construção do conhecimento.

O Curso de Medicina do Centro Universitário Sudoeste Paulista encontra-se em sintonia com as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Medicina, aprovadas em 2014 e assim espera contribuir para formar um profissional mais realizado e mais seguro, adequado às necessidades da população e ao mercado de trabalho.

O Centro Universitário Sudoeste Paulista vem se destacando pela qualidade de ensino, pois apresenta um contínuo processo de evolução, por meio da crescente inserção de cursos, programas e serviços, a que tem se dedicado e causado importantes reflexos na comunidade acadêmica e na sociedade como um todo.

Desta forma, o curso de Medicina do Centro Universitário Sudoeste Paulista se compromete a ofertar um curso com qualidade acadêmica e relevância social, pautado pelas necessidades de saúde das pessoas e pela integralidade da atenção por meio de uma prática interprofissional, humanista e técnica, pilares estes considerados essenciais para a construção da cidadania.

O curso tem como missão estruturar modelos inovadores de formação médica que favoreçam a flexibilidade e diversidade, enfatizem premissas como a integração da teoria com a prática, pesquisa e ensino, e entre os conteúdos psicológicos, biológicos, sociais e ambientais do processo saúde e doença, além da inclusão precoce e responsável de estudantes nos serviços de saúde, por meio de ações formativas, como meio para construção do conhecimento.

O Curso de Medicina do Centro Universitário Sudoeste Paulista encontra-se em sintonia com as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Medicina, aprovadas em 2014 e assim espera contribuir para formar um profissional mais realizado e mais seguro, adequado às necessidades da população e ao mercado de trabalho.

Coordenador do Curso

Welder Zamoner

Doutorado em Fisiopatologia em Clínica Médica pela FMB-UNESP, área de conhecimento Nefrologia (2018 / 2023).

Mestrado em Fisiopatologia em Clínica Médica pela FMB-UNESP, área de conhecimento Nefrologia (2018 / 2023).

Residência Médica na especialidade de Clínica Médica e de Nefrologia pela Faculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista, FMB-UNESP

Graduação em Medicina pela Universidade Federal de São Carlos - UFSCar (2012)

Médico assistente da Disciplina de Nefrologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu, responsável pelo Núcleo de Assistência Farmacêutica do mesmo Hospital e supervisor do Programa de Residência Médica em Nefrologia da Faculdade de Medicina de Botucatu.

Mensagem do Coordenador

O curso de Medicina do Centro Universitário Sudoeste Paulista (UniFSP) tem como missão estruturar  modelos inovadores de formação médica que favoreçam a flexibilidade e diversidade, enfatizem premissas como a integração da teoria com a prática, pesquisa e ensino, e entre os conteúdos psicológicos, biológicos, sociais e ambientais do processo saúde e doença, além da inclusão precoce e responsável de estudantes nos serviços de saúde, por meio de ações formativas, como meio para construção do conhecimento.

O processo ensino-aprendizagem é centrado no estudante, na inovação de metodologias de ensino, e enfatiza o estímulo às três aprendizagens básicas: o aprender a conhecer, que diferencia a era do conhecimento e da informação, e que deve ser contextualizada com a realidade e o perfil desejado do estudante; o aprender a fazer, exigindo habilidade para praticar o conhecimento, aplicando-o à realidade profissional e necessidades da população atendida; e o aprender a ser, adquirindo postura condizente com sua formação, competente para agir de forma assertiva nas diversas situações da vida.

O Projeto Pedagógico está pautado nas Diretrizes           Curriculares Nacionais de Graduação em Medicina (Resolução nº 3, de 20 de Junho de 2014) e foi autorizado pelo Ministério da Educação através da portaria SERES/MEC Nº307 de 4 de Julho de 2024.

O exercício de aprender a aprender exige do estudante o papel de protagonista deste processo, demandando maior dedicação e comprometimento com a construção de seu conhecimento. As metodologias ativas de aprendizagem induzem o estudante e o professor a buscarem informações, trabalharem em equipe e em pequenos grupos, favorecem a análise crítica das fontes consultadas, desenvolvendo a habilidade de avaliação do estudante quanto ao crescimento individual e do grupo e proporcionam o reconhecimento da importância das relações humanas na construção do conhecimento, além de permitirem a articulação entre a universidade, o serviço e a comunidade, por possibilitar uma leitura  e intervenção consistente sobre a realidade, valorizar todos os atores no processo de  construção coletiva e seus diferentes conhecimentos, e promover a liberdade no processo de pensar e no trabalho em equipe.

O curso conta com um núcleo docente estruturante que tem trabalhado para a construção da matriz curricular e os módulos temáticos. Venha fazer parte desta história.

Seja muito bem-vindo!

Metodologias ativas

Compreendem diferentes formas de desenvolver o processo do aprender centralizadas no estudante e que objetivam:

  • – a formação crítica dos futuros profissionais;
  • – favorecer a autonomia do estudante;
  • – despertar a curiosidade;
  • – estimular tomadas de decisões individuais e coletivas;
  • – pró-atividade, por meio do comprometimento dos educandos no processo educacional;
  • – vinculação da aprendizagem aos aspectos significativos da realidade;
  • – desenvolvimento do raciocínio e de capacidades para intervenção na própria realidade;
  • – colaboração e cooperação entre participantes.
  • Dentre as metodologias ativas, podem ser citadas:
  • Sala de aula invertida: Tem-se uma mudança na forma tradicional de ensinar em que o conteúdo passa a ser estudado em casa e as atividades, realizadas em sala de aula. O professor, em sala de aula, deixa o papel de expositor de informação e passa a mediar atividades envolventes e desafiadoras, com o objetivo de direcionar e orientar o estudante na construção do seu próprio conhecimento. Porém, como toda e qualquer metodologia de ensino, precisa ser pensada e planejada com atenção para que os objetivos pedagógicos sejam alcançados. Tem sido implantada em universidades como a Harvard University e o Massachusetts Institute of Technology (MIT) com o intuito de explorar os avanços das tecnologias educacionais, além de minimizar a evasão e o nível de reprovação (Moran e Bacich, 2018).

Aprendizagem baseada em equipes: O desafio de trabalhar em equipe, tornou-se o cenário motivador para Larry K. Michaelsen, que, no final da década de 1970, habituado a dar aulas para turmas pequenas, teve de ministrar aulas para uma turma de mais de 100 estudantes na Oklahoma University Business School. Com o intuito de evitar aulas teóricas meramente expositivas e demasiado extensas, ele distribuiu a turma em pequenos grupos e propôs diversas atividades sequenciadas. Ao final do semestre, ele constatou que a maioria dos estudantes assumiu responsabilidade pela própria aprendizagem e pela dos colegas de grupo, com bom aproveitamento de todos os envolvidos. A referida estratégia tem conquistado espaço na comunidade acadêmica por ser pedagogicamente baseada no construtivismo, que valoriza a responsabilidade dos alunos de trabalhar em grupos e estimula a aplicação do conhecimento adquirido na solução de problemas emergentes da realidade prática profissional. Seus objetivos são melhorar a aprendizagem e desenvolver habilidades de trabalho colaborativo por meio de estratégias como o gerenciamento de equipes de aprendizagem, tarefas de preparação e aplicação de conceitos, feedback constante e avaliação entre os pares.

– Problem Based Learning (PBL): criado em 1969 no Canadá, na Universidade McMaster, mas somente nos anos 90 ele passou a ser aplicado aqui no Brasil. Ele surgiu com base em estudos sobre o processo de aprendizagem dos adultos, e proporciona um ensino contextualizado. É uma metodologia vinculada diretamente a casos concretos, daí o fato de ser baseado em problemas. As problemáticas levantadas pelo professor são o ponto de partida desse processo de aprendizagem. Por ser centrado no estudante e ter caráter colaborativo, contextual, integrado e autodirigido, melhora desfechos educacionais promovendo um aprendizado mais reflexivo.

– Aprendizagem baseada na comunidade: tem como objetivo incorporar a comunidade e o ambiente na abordagem do ensino, identificando as necessidades da comunidade e possibilitando aprendizagem ao estudante a partir do serviço oferecido.

Componentes curriculares:

Corpo Docente do Curso de Medicina

Adriana Piccinin

Graduação em Zootecnia pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Especialização em Metodologias Ativas para Ensino Superior. Doutorado pela FMB-UNESP em Ciências Biológicas (Genética)

Ana Laura Silva Selegatto

Graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB-UNESP). Residência Médica em Clínica Médica, Geriatria e Gerontologia pela Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB-UNESP). Especialização em Medicina da Família e Comunidade pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Mestrado em andamento pelo PPG em Pesquisa Clínica da FMB-UNESP

Anna Carolina Nunes Barbosa

Graduação em Biomedicina pelo Centro Universitário de Grande Dourados (UNIGRAN). Especialização em Ciências da Saúde – Imunologia de moléstias infecciosas e parasitárias e em Estética Avançada. Mestrado em Doenças Tropicais pela Universidade Estadual Paulista (UNESP).

Ariane Dantas

Graduação em Medicina Veterinária pela Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT). Especialização em Gestão de Projetos. Doutorado e Pós-Doutorado em Biotecnologia Animal pela Universidade Estadual Paulista (UNESP).

Camila Ferreira Bannwart Castro

Graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Doutorado pelo PGG em Biologia Geral e Aplicada. Pós-doutorado pelo PPG em Patologia, Microbiologia e Imunologia da FMB-UNESP

Daniela Ponce

Graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB-UNESP). Residência Médica em Clínica Médica e Nefrologia pela Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB-UNESP). Doutorado pelo PPG Fisiopatologia em Clínica Médica. Livre-docência em Nefrologia e Professora Titular do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB-UNESP).

Deborah Roberta Moraes Dantas

Graduação em Medicina pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Residência Médica em Pediatria e Nefrologia Pediátrica pela Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB-UNESP).

Igor Otavio Minatel

Graduação em Biomedicina pela Universidade de Araraquara (UNIARA). Especialização em Imunopatologia pela UNESP. Doutorado pelo PGG em Patologia da FMB-UNESP e Pós-Doutorado em Bioquímica.

Lorena Luana Batista Favaro

Graduação em Medicina pela Universidade Federal de Viçosa. Residência Médica em Pediatria pela Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB-UNESP). Mestrado profissional pelo PGG em Medicina da FMB-UNESP

Lucas Alexandre Gonçalves do Nascimento Gomes

Graduação em Medicina pela Universidade Federal do Piauí (UFPI). Residência Médica em Clínica Médica pela Universidade Estadual do Pará (UEPA) e Nefrologia pela Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB-UNESP). Mestre em Saúde da Família pela FioCruz-Ce. Doutorado em andamento pelo PPG Fisiopatologia em Clínica Médica da FMB-UNESP

Luceime Olivia Nunes

Graduação em Administração pelo Instituto Toledo de Ensino de Botucatu e em Gestão de Saúde Pública pela Universidade Norte do Paraná (UNOPAR). Doutorado pelo PPG em Saúde Coletiva da FMB-UNESP e Pós-doutorado pelo PPG em Medicina Preventiva da FMUSP. Especialista em Avaliação dos Serviços de Saúde pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, e em Micropolítica e Gestão do Trabalho em Saúde pela Universidade Federal Fluminense. Membro da equipe de pesquisa QualiAB e do GT “Monitoramento e Avaliação em Saúde” – Abrasco. 

Luciano Borin Pacheco

Graduação em Medicina pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Residência Médica em Cirurgia Geral pela Irmandade de Misericórdia de Campinas (IMC-HIP) e em Cirurgia Plástica pela PUC-SP. Especialização em Administração Hospitalar pelo Centro Universitário São Camilo e MBA em Governança, riscos, regulação e compliance em saúde pela Faculdade Unimed

Luciene Patrici Papa

Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Especialização em Anatomia Funcional pela Unyleya Editora e Cursos S/A. Doutorado pela FMB-UNESP em Aquicultura

Luis Gustavo Langoni Mariotti

Graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB-UNESP). Residência Médica em Clínica Médica pela Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB-UNESP). Especialização em Geriatria pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e em Cuidados Paliativos pelo Instituto Paliar

Luiz Domingues de Almeida Junior

Graduação em Farmácia Bioquímica – Industrial pela Universidade de Marília (UNIMAR). Especialização em Metodologias Ativas para Ensino Superior. Doutorado em Farmacologia e Biotecnologia pela Universidade Estadual Paulista (UNESP).

Mariano Lopes de Andrade Neto

Graduação em Desenho Industrial e Programação Visual pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e em Gestão da Tecnologia da Informação pela Universidade Estácio de Sá. Especialização em Metodologias Ativas para Ensino Superior. Doutorado em Design pela Universidade Estadual Paulista (UNESP).

Marina Lemos Villardi

Graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Pós-Doutorado pelo PGG em Saúde Coletiva da FMB-UNESP. Especialização em Gestão de Pessoas pelo Centro Universitário de Jales. Pró-Reitora de Graduação do Centro Universitário Sudoeste Paulista (UniFSP). Coordenadora do Programa de Acolhimento ao Estudante (PAE).

Mateus Boteon Della Coleta

Graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA). Residência Médica em Pediatria e Reumatologia Pediátrica pela Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB-UNESP). Mestrado em andamento pelo PPG Fisiopatologia em Clínica Médica da FMB-UNESP

Murillo de Melo Villen Favaro de Oliveira

Graduação em Medicina pela Universidade Federal de Viçosa. Residência Médica em Clínica Médica e Cardiologia pela Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB-UNESP). Fellow em Insuficiência cardíaca e transplante cardíaco pelo HC-FMB

Nathalia Bibiana Teixeira

Graduação em Biomedicina pela Faculdade Sudoeste Paulista (FSP), com Habilitação em Patologia Clínica. Doutorado pela FMB-UNESP em Doenças Tropicais

Rafaela Catelan Martins Pereira

Graduação em Medicina pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Residência Médica em Pediatria e Neonatologia pela Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB-UNESP). Mestrado Profissional pelo PPG Medicina. Doutorado em andamento pelo PPG Fisiopatologia em Clínica Médica da FMB-UNESP

Rayanne Pereira Cabral

Graduação em Medicina pela Universidade Federal da Paraíba. Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia pela Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB-UNESP). Mestrado pelo PPG Tocoginecologia. Doutorado em andamento pelo PPG Tocoginecologia da FMB-UNESP

Rosemary Berto

Graduação em Educação Física pela Fundação Barra Bonita de Ensino e em Fisioterapia pela Universidade Metodista de Piracicaba. Especialização em fisioterapia ortopédica, traumatológica e desportiva, em Biomecânica Aplicada ao Esporte e Acupuntura. Doutorado em Bases Gerais da Cirurgia (Ortopedia) pela Universidade Estadual Paulista (UNESP)

Soraya Mayumi Sasaoka Zamoner

Graduação em Medicina pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Residência Médica em Pediatria e Nefrologia Pediátrica pela Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB-UNESP). Mestrado pelo PPG Fisiopatologia em Clínica Médica da FMB-UNESP

Vanessa Burgugi Banin

Graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB-UNESP). Residência Médica em Clínica Médica e Nefrologia pela Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB-UNESP). Doutorado pelo PPG Fisiopatologia em Clínica Médica da FMB-UNESP

Vitoria Morais Minossi Zaina

Graduação em Medicina pelo Centro Universitário das Américas (FAM). Residência Médica em Clínica Médica pela Prefeitura Municipal de Barueri e Nefrologia pela Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB-UNESP). Doutorado em andamento pelo PPG Fisiopatologia em Clínica Médica da FMB-UNESP

Welder Zamoner

Graduação em Medicina pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Residência Médica em Clínica Médica e Nefrologia pela Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB-UNESP). Doutorado pelo PPG Fisiopatologia em Clínica Médica da FMB-UNESP. Coordenador do Curso de Medicina do Centro Universitário Sudoeste Paulista (UniFSP).

Metodologia

PBL

O que é o PBL?

O método foi criado em 1969 no Canadá, na Universidade McMaster, mas somente nos anos 90 ele passou a ser aplicado aqui no Brasil. Ele surgiu com base em estudos sobre o processo de aprendizagem dos adultos, e proporciona um ensino contextualizado. Mas o que seria esse tipo de ensino? Ele é focado na mescla da teoria com a prática, ou seja, ele permite a aplicação na prática do conhecimento adquirido. É uma metodologia vinculada diretamente com casos concretos, daí o fato de ser baseado em problemas. As problemáticas levantadas pelo professor, são o ponto de partida desse processo de aprendizagem.

Quais as vantagens desse método?

O método PBL é uma metodologia ativa, ou seja, faz parte das metodologias de ensino em que o aluno é colocado como protagonista do processo de aprendizagem, e que tem ganhado cada vez mais o espaço antes ocupado por metodologias de ensino tradicionais. Nesse perfil, o professor é colocado em um papel de tutor, ou orientador do processo, e o aluno sai do papel de apenas receptor de conteúdos, para um papel de construtor do seu próprio conhecimento. Por ser um método que fornece uma aproximação do conteúdo estudado com a prática, ele tem sido cada vez mais predominante na área da saúde. A aplicação do PBL na Medicina, parte de um estudo de caso concreto, e os estudantes trocam conhecimentos e informações sobre um caso clínico, levantam hipóteses, debatem e a partir de um determinado assunto, se faz possível discutir uma gama extensa de conteúdos, com profundidade. Esse tipo de dinâmica de aprendizagem favorece, inicialmente, a autonomia do estudante, posto que para chegar no momento da análise de caso com o seu grupo ele precisa ter se aprofundado no conteúdo de forma individual. Além disso, como o estudo é aplicado a algo concreto, é promovido o aumento da compreensão dos temas. Para um adulto, é muito mais fácil assimilar os conteúdos quando se torna possível debater sobre eles ou aplicar na prática, e assim, por consequência, se sentem mais motivados. Trazendo para o contexto médico, esse perfil de aprendizagem contribui bastante para as tomadas de decisões rápidas e, que muitas vezes, demandam um conhecimento multidisciplinar. Ainda, favorece o desenvolvimento da investigação científica E se você ainda é estudante, e pretende, por exemplo, realizar a prova de Revalidação do seu diploma, ou de Residência Médica, investir em um preparatório com esse perfil de ensino também favorece no momento da realização do estudo, análise e avaliação dos casos clínicos.

Infraestrutura

Diferenciais do Curso

Laboratórios de habilidades clínicas

Análise de situações e problemas e de casos clínicos

O Centro Universitário Sudoeste Paulista possui um laboratório de habilidades clínicas com 06 (seis) consultórios médicos, equipados com simuladores e instrumentos em quantidade e diversidade para capacitação dos estudantes nas diversas habilidades da atividade médica. As habilidades clínicas serão desenvolvidas em laboratórios com modelos, simuladores, atividades em equipes, contatos precoces com pacientes e estágios hospitalares e na comunidade.

Análise de situações e problemas e de casos clínicos

Análise de situações e problemas e de casos clínicos

O Centro Universitário Sudoeste Paulista possui um laboratório de habilidades clínicas com 06 (seis) consultórios médicos, equipados com simuladores e instrumentos em quantidade e diversidade para capacitação dos estudantes nas diversas habilidades da atividade médica. As habilidades clínicas serão desenvolvidas em laboratórios com modelos, simuladores, atividades em equipes, contatos precoces com pacientes e estágios hospitalares e na comunidade.

Múltiplos cenários de aprendizagem

Múltiplos cenários de aprendizagem

O Centro Universitário Sudoeste Paulista possui um laboratório de habilidades clínicas com 06 (seis) consultórios médicos, equipados com simuladores e instrumentos em quantidade e diversidade para capacitação dos estudantes nas diversas habilidades da atividade médica. As habilidades clínicas serão desenvolvidas em laboratórios com modelos, simuladores, atividades em equipes, contatos precoces com pacientes e estágios hospitalares e na comunidade.

Prática da realização de devolutivas

Prática da realização de devolutivas

tanto após cada encontro de tutoria como ao longo dos estágios e após cada avaliação, seja ela somativa, formativa ou tipo OSCE (“Objective Structured Clinical Examination” – exame clínico estruturado de forma objetiva);

Iniciação científica

Iniciação científica

Estímulo para o desenvolvimento de atividades de pesquisa através da iniciação científica – a realização de iniciação científica e o conhecimento do método científico para o desenvolvimento de pesquisa estimula o desenvolvimento de uma formação mais crítica, mais abrangente e mais reflexiva;

Programa Continuado de Capacitação e Desenvolvimento Docente

Programa Continuado de Capacitação e Desenvolvimento Docente

Programa Continuado de Capacitação e Desenvolvimento Docente – a formação crítica e reflexiva também depende da existência de um corpo docente crítico e reflexivo, que usa uma linguagem crítica e que orienta o processo reflexivo, de forma a não se basear apenas nos conteúdos programáticos.

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